Procurando o novo centro de gravidade

Vejo o mundo que era meu desabando e não consigo me preocupar. Fico triste, muito triste, mas não preocupada. Nem ansiosa para saber como as coisas vão se dar. Porque este fim eu conheço bem.
Eu não posso fazer nada para resolver as vidas que não me pertencem. Não posso e nem quero, que o destino a gente escolhe, de uma maneira ou de outra. E na verdade, nem minha vida mesmo é totalmente minha, que tem os limites do corpo e da sociedade.
Não agüento mais ouvir desaforos e chantagem emocional, mas também não consigo silenciar.
Será essa uma forma de equilíbrio?

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