Ouro Preto

Dez horas de ônibus e, enfim, o cheirinho de madeira velha das casas com trezentos anos e um frio que deixa o nariz gelado.
Ladeiras, curvas, parada para refrescar com cerveja artesanal ou local.
Torresmo, couve, feijão tropeiro, tutu, pão de queijo, choconhaque.
Pôr do sol na Igreja do Carmo, abraço em Frans Krajcberg na Praça Tiradentes, filme na parede do casarão na Rua Direita.
Boa companhia, um bom lugar para estar.


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