Enfim
E, depois de nem sei mais quanto tempo, possivelmente uma vida inteira, não sinto mais como minha força motriz a sensação de que tudo vai ruir a qualquer momento.
Às vezes me pego tentando me agarrar nessa sensação de ruína e de decadência iminente, mas ela não me quer mais.
Um alívio, um conforto, certa paz mesmo diante de tudo o que é incerto, uma confiança em quem eu sou, essa mesma confiança que foi sabotada infinitamente por inúmeras pessoas que passaram. Mas elas passaram, eu fiquei e estou, permaneço. Isto é mais do que eu podia imaginar sentir em uma vida inteira de condução para a insignificância, autossabotagem e melancolia. Autoestima é um exercício difícil mesmo para quem tem todo o incentivo dos que estão próximos, imagina só quando tudo quer te desestabilizar.
Mas é isso, a sensação de ruína está virando uma lembrança. A ruína pode até existir, mas será mais leve do que a sensação da sua vinda que me assolou por anos a fio.
Um pouco de paz, porque eu mereço.
Às vezes me pego tentando me agarrar nessa sensação de ruína e de decadência iminente, mas ela não me quer mais.
Um alívio, um conforto, certa paz mesmo diante de tudo o que é incerto, uma confiança em quem eu sou, essa mesma confiança que foi sabotada infinitamente por inúmeras pessoas que passaram. Mas elas passaram, eu fiquei e estou, permaneço. Isto é mais do que eu podia imaginar sentir em uma vida inteira de condução para a insignificância, autossabotagem e melancolia. Autoestima é um exercício difícil mesmo para quem tem todo o incentivo dos que estão próximos, imagina só quando tudo quer te desestabilizar.
Mas é isso, a sensação de ruína está virando uma lembrança. A ruína pode até existir, mas será mais leve do que a sensação da sua vinda que me assolou por anos a fio.
Um pouco de paz, porque eu mereço.
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