Trash é o caralho!*
Ontem o filme A Capital dos Mortos conseguiu lotar o Cine Brasília, para quem conhece a sala, sabe que isso é um feito e tanto. Tinha gente em pé assistindo o longa que afirma que é o primeiro feito no Brasil sobre zumbis.
O filme é 100% independente, finalizado em vídeo e projetado em digital. É um típico filme de terror, beira ao trash, mas se salva disso por ser muito bem editado, com tramas paralelas que se encontram sem saltos de continuidade.
A história se passa em Brasília, que foi invadida por um "surto" de zumbis. Quatro amigos tentam fugir da praga e, claro, vão morrendo pelo caminho. Um dos rapazes tenta teorizar sobre o assunto e afirma que o caos pode ser consequência de três coisas: "a contaminação por lixo tóxico, um vírus mutante que atacou a cidade ou o inferno estar superlotado e os mortos terem que caminhar pela terra, o que é mais provável".
Sacadas engraçadas por todo o filme e milhões de zumbis figurantes, alguns certamente mães e pais dos produtores, que passeiam por Brasília em tomadas feitas na Esplanada, na UnB, nas quadras comerciais, no eixão, até onde me lembro. O filme passa por toda a cidade.
Também é possível ver participações especiais como a do Mojica, e seu Zé do Caixão, e de Afonso Brazza, que nunca matou ninguém tão bem como neste filme. Os autores usam trechos de filmes dos dois na montagem, como o próprio Brazza fazia.
A Capital dos Mortos tem tudo para se tornar um cult de terror brasileiro, tive sorte de estar entre as quase mil pessoas que viram a estréia ontem, e fui meio que por acidente.
Veja o trailer do filme:
*O título deste post é uma fala do filme.
O filme é 100% independente, finalizado em vídeo e projetado em digital. É um típico filme de terror, beira ao trash, mas se salva disso por ser muito bem editado, com tramas paralelas que se encontram sem saltos de continuidade.
A história se passa em Brasília, que foi invadida por um "surto" de zumbis. Quatro amigos tentam fugir da praga e, claro, vão morrendo pelo caminho. Um dos rapazes tenta teorizar sobre o assunto e afirma que o caos pode ser consequência de três coisas: "a contaminação por lixo tóxico, um vírus mutante que atacou a cidade ou o inferno estar superlotado e os mortos terem que caminhar pela terra, o que é mais provável".
Sacadas engraçadas por todo o filme e milhões de zumbis figurantes, alguns certamente mães e pais dos produtores, que passeiam por Brasília em tomadas feitas na Esplanada, na UnB, nas quadras comerciais, no eixão, até onde me lembro. O filme passa por toda a cidade.
Também é possível ver participações especiais como a do Mojica, e seu Zé do Caixão, e de Afonso Brazza, que nunca matou ninguém tão bem como neste filme. Os autores usam trechos de filmes dos dois na montagem, como o próprio Brazza fazia.
A Capital dos Mortos tem tudo para se tornar um cult de terror brasileiro, tive sorte de estar entre as quase mil pessoas que viram a estréia ontem, e fui meio que por acidente.
Veja o trailer do filme:
*O título deste post é uma fala do filme.
Comentários