E, em casa
Com um pouco de tempo livre, retomo o que deixei de falar há cerca de um mês.
Ao por os pés no Brasil, comecei a ler o volume 6 de A Pior Banda do Mundo - Os Arquivos do Prodigioso e do Paranormal, de José Carlos Ferandes, mais uma edição que deve demorar muitos meses para chegar aqui. Esse é um dos melhores da série, eu destaco o episódio em que um homem declara a independência do próprio apartamento do resto do país, genial!
...
Na semana seguinte ao retorno, não resisti e vi, pela primeira vez, O Céu de Lisboa, de Win Wenders. O filme conta a história de um cineasta que foi a Lisboa, se apaixonou pela cidade (entendo perfeitamente) e filmou cada cantinho dela, provavelmente um tanto auto-biográfico. No elenco Madredeus. Revi muitas paisagens que me marcaram na semana que passei por lá, em especial a vista do Mirante de Santa Luzia, perto do Castelo de São Jorge, que dá para a Alfama e uma linda visão do Tejo. Tomando uma bica com um pastelzinho de feijão...
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Reparei, andando pelas ruas de Lisboa, que a cor do inverno foi o verde. Tons de oliva, basicamente, estavam por toda a parte. Ao chegar aqui, dei uma olhada na coleção de inverno de algumas lojas e adivinha a cor que vi por toda a parte? Pelo jeito a esperança vai dominar o guarda-roupa de muita gente.
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Ontem fui ao CCBB. Desde que cheguei, dia 26 de fevereiro, está rolando a exposição Lusa, com artefatos de várias instituições de arqueologia de Portugal. Muita coisa interessante para ver. A exposição vai até o dia 4 de maio, no CCBB Brasília.
Mas eu fui mesmo ao CCBB para ver novamente o filme (esse francês, ufa) Ascensor para o Cadafalso, de Louis Malle, na mostra Novelle Vague. Uma espécie de policial cult, uma ótima história de crimes e pessoas desajustadas. Com Jenne Moreau e um linda trilha sonora assinada por Miles Davis.
Ao por os pés no Brasil, comecei a ler o volume 6 de A Pior Banda do Mundo - Os Arquivos do Prodigioso e do Paranormal, de José Carlos Ferandes, mais uma edição que deve demorar muitos meses para chegar aqui. Esse é um dos melhores da série, eu destaco o episódio em que um homem declara a independência do próprio apartamento do resto do país, genial!
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Na semana seguinte ao retorno, não resisti e vi, pela primeira vez, O Céu de Lisboa, de Win Wenders. O filme conta a história de um cineasta que foi a Lisboa, se apaixonou pela cidade (entendo perfeitamente) e filmou cada cantinho dela, provavelmente um tanto auto-biográfico. No elenco Madredeus. Revi muitas paisagens que me marcaram na semana que passei por lá, em especial a vista do Mirante de Santa Luzia, perto do Castelo de São Jorge, que dá para a Alfama e uma linda visão do Tejo. Tomando uma bica com um pastelzinho de feijão...
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Reparei, andando pelas ruas de Lisboa, que a cor do inverno foi o verde. Tons de oliva, basicamente, estavam por toda a parte. Ao chegar aqui, dei uma olhada na coleção de inverno de algumas lojas e adivinha a cor que vi por toda a parte? Pelo jeito a esperança vai dominar o guarda-roupa de muita gente.
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Ontem fui ao CCBB. Desde que cheguei, dia 26 de fevereiro, está rolando a exposição Lusa, com artefatos de várias instituições de arqueologia de Portugal. Muita coisa interessante para ver. A exposição vai até o dia 4 de maio, no CCBB Brasília.
Mas eu fui mesmo ao CCBB para ver novamente o filme (esse francês, ufa) Ascensor para o Cadafalso, de Louis Malle, na mostra Novelle Vague. Uma espécie de policial cult, uma ótima história de crimes e pessoas desajustadas. Com Jenne Moreau e um linda trilha sonora assinada por Miles Davis.
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