Continuidade
Ontem rolou programa partidário na TV, do Partido Socialista Brasileiro. Eu estava super gripada olhando para aquelas pessoas falando sobre um modelo socialista para o Brasil, sem ouvir direito, e apareceu um rapaz falando direto do Viaduto do Chá, acho que para dar uma sensação de mundo real.
A cena tinha vários cortes e reaparecia no meio do programa várias vezes. Como eu não conseguia prestar atenção no que ele falava, percebi que os transeuntes despreocupados que passavam por traz dele eram poucas pessoas, que iam e voltavam várias vezes.
Tinha um cara todo de amarelo, com um boné, que passou umas quatro vezes atrás do rapaz com o microfone. Uma garota de cabelo comprido, com uma camiseta branca e uma bolsa marrom, que passou umas cinco vezes. A que apareceu menos, das personagens que eu prestei atenção, foi uma menina com um coque e uma bota marrom.
Eram poucos figurantes para uma cena tão longa e eu só conseguia observar isso. Acho que os analistas políticos têm razão quando dizem que o problema dos projetos partidários é a continuidade.
A cena tinha vários cortes e reaparecia no meio do programa várias vezes. Como eu não conseguia prestar atenção no que ele falava, percebi que os transeuntes despreocupados que passavam por traz dele eram poucas pessoas, que iam e voltavam várias vezes.
Tinha um cara todo de amarelo, com um boné, que passou umas quatro vezes atrás do rapaz com o microfone. Uma garota de cabelo comprido, com uma camiseta branca e uma bolsa marrom, que passou umas cinco vezes. A que apareceu menos, das personagens que eu prestei atenção, foi uma menina com um coque e uma bota marrom.
Eram poucos figurantes para uma cena tão longa e eu só conseguia observar isso. Acho que os analistas políticos têm razão quando dizem que o problema dos projetos partidários é a continuidade.
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