21/12/2012


"Não se pode percorrer duas vezes
 o mesmo rio e não se  pode tocar
 duas vezes uma substância 
mortal no mesmo estado; por 
causa da impetuosidade e da
velocidade da mutação, esta
 se dispersa e se recolhe,
 vem e vai. "

Heráclito de Éfeso 



E parece que o que se atribui ao calendário maia realmente está acontecendo, se não de forma coletiva, com um grande cataclismo, mas a cada um dos que eu conheço. São fins e recomeços por toda a parte. Mortes que trazem dor e novidade. Todas as cascas e máscaras caindo ao mesmo tempo por onde olho.

No começo, o pavor, mas depois vem a esperança. De que o novo traga sempre o melhor. Isso é bem possível e é o que vejo.

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