Alguns filmes
Fim de ano nesta Brasólia deserta, então vamos de filminhos:
Tudo pelo poder
Assisti a esse novo filme do George Clooney, que gosta de gastar seu tempo enfiando o dedo na ferida. Ele faz o papel de um dos dois candidatos da prévia do partido democrata americano para as eleições presidenciais, seu assistente de mídia (que é o papel principal do filme feito por Ryan Gosling ) é um rapaz crédulo com o processo democrático e um admirador sincero do que o candidato poderá fazer pelo país.
A personagem de Marisa Tomei, uma jornalista especilizada nos bastidores da Casa Branca, resume em uma frase a credulidade do rapaz: "seu candidato ainda vai te magoar, meu querido". E magoa.
Medianeiras
O crescimento desordenado de Buenos Aires (que se parece com nossas grandes cidades do terceiro mundo) é o pano de fundo para a história de um rapaz e uma moça que vivem solitários em seus apartamentos “caixa de fósforo” na Avenida Santa Fé. A relação com a cidade é mais interessante do que a história em si, que acaba num romance previsível, mas mesmo assim não estraga o filme.
Me lembrou um pouco o conto Sob o céu de Saigon, do Caio Fernando Abreu, que é uma história muitíssimo melhor, aliás.
No fim de semana também rolou sessão com: A idade de ouro, de Buñuel e Dali, Câncer, de Glauber Rocha, Como era gostoso meu francês, de Nelson Pereira dos Santos, e Capitão Bandeira contra Dr. Moura Brasil, de Antônio Calmon. Recomendo muito todos eles.
Tudo pelo poder
Assisti a esse novo filme do George Clooney, que gosta de gastar seu tempo enfiando o dedo na ferida. Ele faz o papel de um dos dois candidatos da prévia do partido democrata americano para as eleições presidenciais, seu assistente de mídia (que é o papel principal do filme feito por Ryan Gosling ) é um rapaz crédulo com o processo democrático e um admirador sincero do que o candidato poderá fazer pelo país.
A personagem de Marisa Tomei, uma jornalista especilizada nos bastidores da Casa Branca, resume em uma frase a credulidade do rapaz: "seu candidato ainda vai te magoar, meu querido". E magoa.
Medianeiras
O crescimento desordenado de Buenos Aires (que se parece com nossas grandes cidades do terceiro mundo) é o pano de fundo para a história de um rapaz e uma moça que vivem solitários em seus apartamentos “caixa de fósforo” na Avenida Santa Fé. A relação com a cidade é mais interessante do que a história em si, que acaba num romance previsível, mas mesmo assim não estraga o filme.
Me lembrou um pouco o conto Sob o céu de Saigon, do Caio Fernando Abreu, que é uma história muitíssimo melhor, aliás.
No fim de semana também rolou sessão com: A idade de ouro, de Buñuel e Dali, Câncer, de Glauber Rocha, Como era gostoso meu francês, de Nelson Pereira dos Santos, e Capitão Bandeira contra Dr. Moura Brasil, de Antônio Calmon. Recomendo muito todos eles.
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