Rebalancing
Tá, fui um tanto injusta com 2008. Foi um ano melhor que o anterior. Fiz muitas coisas, que até resultaram em coisas concretas, mas tudo acabou sendo um fim em si mesmo. Pensei que ia conseguir mudar um pouco o foco do meu trabalho remunerado, mas o que aconteceu foi o acúmulo de trabalho voluntário, que despachei durante o decorrer do ano.
Esvaziei, por fim, meu armário de esqueletos. Carregar cadáveres é um atraso de vida, por isso pus o pingo nos is em muitas relações. Nem sei se exagerei na dose em alguns casos, o fato é que estava mais preocupada com meus próprios limites, que foram desrespeitados em vários sentidos (porque eu deixei, claro).
Conheci cidades novas, vi poucos bons shows, quase não li livros, trabalhei demais e ganhei pouco dinheiro com isso e praticamente nenhum reconhecimento. Pelo menos não termino o ano no vermelho.
Ano que vem a história é outra.
Esvaziei, por fim, meu armário de esqueletos. Carregar cadáveres é um atraso de vida, por isso pus o pingo nos is em muitas relações. Nem sei se exagerei na dose em alguns casos, o fato é que estava mais preocupada com meus próprios limites, que foram desrespeitados em vários sentidos (porque eu deixei, claro).
Conheci cidades novas, vi poucos bons shows, quase não li livros, trabalhei demais e ganhei pouco dinheiro com isso e praticamente nenhum reconhecimento. Pelo menos não termino o ano no vermelho.
Ano que vem a história é outra.
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