Os Demônios
Fui assistir a adaptação de Os Demônios, de Fiodor Dostoievski, para o teatro. O texto foi traduzido e adaptado, direto do russo, por Antonio Abujamra, que também divide a direção com Hugo Rodas.
O imenso elenco, que interpretam os muitos personagens do livro, com nomes russos, tudo isso me pareceu confuso demais para ser apresentado em pouco mais de uma hora.
Como não li o livro, pensei que não entenderia nada. Mas as teses todas expressas por Dostoievski apareceram claramente no espetáculo.
A crise do hedonista, a vida seguindo os preceitos existêncialistas, a moral cristã, a preparação dos burgueses para a derrubada do czar, que pode ser considerado o pano de fundo da revolução russa que se daria anos depois, são claramente explorados na apresentação. Bem, claramente para mim.
Mas eu não li o livro e entendi bem a história. Quem leu, gostou muito da adaptação. Vale a ressalva de que teatro não é muito a minha praia, mas essa peça eu recomendo.
O imenso elenco, que interpretam os muitos personagens do livro, com nomes russos, tudo isso me pareceu confuso demais para ser apresentado em pouco mais de uma hora.
Como não li o livro, pensei que não entenderia nada. Mas as teses todas expressas por Dostoievski apareceram claramente no espetáculo.
A crise do hedonista, a vida seguindo os preceitos existêncialistas, a moral cristã, a preparação dos burgueses para a derrubada do czar, que pode ser considerado o pano de fundo da revolução russa que se daria anos depois, são claramente explorados na apresentação. Bem, claramente para mim.
Mas eu não li o livro e entendi bem a história. Quem leu, gostou muito da adaptação. Vale a ressalva de que teatro não é muito a minha praia, mas essa peça eu recomendo.
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