Morre mais um grande
Ozualdo Candeias, cineasta paulista, um dos mais importantes expoentes do Cinema Marginal, morreu ontem. Seus filmes retratam a vida dos que estão fora do esquema.
"A Margem", seu filme mais conhecido, possivelmente deu o nome ao grupo do qual foi um dos principais produtores.O filme retrata a vida de moradores da margem do Rio Tietê, no coração da capital paulista, antes do lugar ter o grau de poluição de hoje. Fala sobre vida, morte, sonhos e o desejo de sair da margem.
A grande marca do seu trabalho era a trilha sonora, quase sempre um jazz melancólico que pontua a vida de seus personagens.
Com ele parece que se vai mais um pouco de uma preocupação temática, que temo que suma com os da sua geração. Antes dele já havíamos perdido o Rogério Sganzerla, mais um do cinema da Boca do Lixo. Mas um pouquinho dessa escola parece começar a contaminar alguns diretores e é possível perceber em Crime Delicado, do Beto Brant.
Mais sobre Ozualdo Candeias em www.cinemamarginal.com.br/candeias/000.htm
"A Margem", seu filme mais conhecido, possivelmente deu o nome ao grupo do qual foi um dos principais produtores.O filme retrata a vida de moradores da margem do Rio Tietê, no coração da capital paulista, antes do lugar ter o grau de poluição de hoje. Fala sobre vida, morte, sonhos e o desejo de sair da margem.
A grande marca do seu trabalho era a trilha sonora, quase sempre um jazz melancólico que pontua a vida de seus personagens.
Com ele parece que se vai mais um pouco de uma preocupação temática, que temo que suma com os da sua geração. Antes dele já havíamos perdido o Rogério Sganzerla, mais um do cinema da Boca do Lixo. Mas um pouquinho dessa escola parece começar a contaminar alguns diretores e é possível perceber em Crime Delicado, do Beto Brant.
Mais sobre Ozualdo Candeias em www.cinemamarginal.com.br/candeias/000.htm
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